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Minas e Argentina estreitam laços para exportação de carne suína e aves

O objetivo é buscar novos mercados, ampliar canais de comercialização e diversificar exportações

Missão é uma oportunidade para o setor produtivo mineiro se aproximar do mercado consumidor argentino (Foto: Divulgação).
Vivia de Lima
25 de maio de 2022
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Representantes mineiros das secretarias de Agricultura, Pecuária e Abastecimento e de Desenvolvimento Econômico, estiveram neste mês, na Argentina para o encontro do setor mineiro de carne suína e avícola com o setor de supermercados, indústrias e frigoríficos argentinos. O objetivo é buscar novos mercados, ampliar canais de comercialização entre empresas de ambos os países e diversificar a pauta de exportações de estado.  O encontro teve a presença de seis empresas mineiras do setor avícola e de suínos, e ainda contou com a parceria da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais e da Associação dos Avicultores de Minas Gerais.

“Os grandes fornecedores de carnes de aves e suínos para o mercado argentino estão no sul do país, principalmente nos estados de Santa Catarina e Paraná.  O mercado argentino ainda não é um consumidor expressivo nas exportações mineiras de carnes de aves. Já em relação à carne suína, a Argentina ocupa o nono lugar das exportações do estado. Esta missão é uma oportunidade para o setor produtivo mineiro estreitar as relações comerciais e diversificar a pauta exportadora com a inclusão de produtos de maior valor agregado”, avalia o  subsecretário da Secretaria de Agricultura de Minas,  João Ricardo Albanez.

Mercado argentino

Durante o encontro, o chefe da missão comercial na Embaixada do Brasil em Buenos Aires, Márcio Gasparri, afirmou ter havido um crescimento significativo no consumo de frangos e suínos e redução no consumo da carne bovina. De acordo com os dados apresentados, o consumo de carne de aves no país passou de 20 kg/por pessoa em 2003 para 45,5 kg/por pessoa no ano passado. A participação da carne suína na dieta proteica dos argentinos saltou de 7,9% em 2000 para 14,5% em 2021. Entre os fatores que explicam esse crescimento estão a percepção do consumidor sobre a qualidade do produto e o contexto econômico e de inflação no país.

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