Agricultura

Ministra da Agricultura faz balanço e fala sobre metas para 2022

Publicado por
Washington Bonifácio

Quem planta, cria e ganha vida no campo está sempre ansioso por novidades vindas do governo. A realidade é que todo aporte dado em momentos de crise, é bem vindo. O ano de 2021 foi de desafios para quem produz. As mudanças climáticas como a falta de chuvas e geadas dificultaram a vida do empreendedor rural.

Lavoura atingida pelas geadas em Varginha no Sul de Minas (Foto: Guto Moreira)

O dinheiro injetado com o Plano Safra para diversas modalidades de financiamentos ajudou os produtores a manter os negócios e o ano fechou positivo, mas, para 2022, a Ministra Tereza Cristina disse que quer mais investimento.

“Fazer um plano safra maior e trabalhar com o seguro rural. Este ano batemos 1 bilhão e 300 milhões. Isso traz segurança para o produtor trabalhar com tranquilidade. Precisamos avançar no crédito rural. Precisamos de mais investimento no setor vindo da iniciativa privada, de bancos privados”, disse a ministra em uma entrevista à Voz do Brasil.

Durante a entrevista, a ministra disse ainda que o governo aumentou os recursos para a agricultura familiar nos últimos 3 anos. Segundo ela, o Alimenta Brasil, novo programa de aquisição de alimentos do Governo Federal, tem como finalidade ampliar o acesso à alimentação e incentivar a produção de agricultores familiares, extrativistas, pescadores artesanais, povos indígenas e demais populações tradicionais. Ele será trabalhado em 2022 e substitui o antigo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Tereza Cristina falou ainda sobre um programa do governo que deu celeridade aos títulos de regularização fundiária.

“O governo chamou as prefeituras para se capacitarem e fazer o preparo do processo e com isso a emissão de títulos ficou mais rápida”, ela encerrou o assunto dizendo que essas iniciativas fizeram com que 260 mil títulos provisórios e definitivos fossem entregues nos últimos 3 anos.

Sustentabilidade

A ministra disse que ainda há muito a ser feito pela sustentabilidade. Citou os 30 milhões de hectares de áreas de pastagens degradadas, disse que além dos programas que fomentam as práticas sustentáveis, que quer ampliar o programa Agroresidência.

“A ideia é pegar alunos que estão em cursos de agronomia e dar uma bolsa para já começar a trabalhar. Queremos reforçar esse programa e fazer com que ele seja definitivo. Para que ele seja um programa não só de governo, mas também um programa de Estado”, finalizou a ministra.

Veja a entrevista completa:

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