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Casas de vegetação para pesquisas em floricultura são reformadas

As intervenções incluíram troca de plásticos, telados, arame, bancadas e estruturas de alumínio

Reformas foram feitas com recursos de emenda parlamentar (Foto: Epamig).
Vivia de Lima
22 de novembro de 2021
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Você já ouviu falar de cultivo protegido? O sistema consiste no plantio de qualquer cultura sob uma estrutura que garanta proteção contra as adversidades ambientais, reduza os ataques de pragas e doenças e melhore a nutrição mineral. A técnica, além de versátil, possibilita cultivos em períodos em que os convencionais não são recomendados. Os resultados são produtos de qualidade e com alto valor agregado.

Em Minas Gerais, a Empresa de Pesquisa Agropecuária (Epamig), vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), desenvolve trabalhos para aprimorar os usos de cultivos protegidos no Estado. O objetivo é explorar a versatilidade do sistema para impulsionar a renda de pequenos e médios agricultores.  Para manter o bom uso desses sistemas, as casas de vegetação que atendem ao Programa Estadual de Pesquisa em Flores, Hortaliças e Plantas Medicinais da Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais) passaram por manutenção. As 10 estufas instaladas no Campo Experimental Risoleta Neves, em São João del-Rei, na Zona da Mata foram reformadas.

As intervenções incluíram troca de plásticos, telados, arame, bancadas e estruturas de alumínio e contemplaram estufas de flores, mudas, flores comestíveis, hortaliças não-convencionais, cactos e gengibre ornamental. “A reforma dessas casas de vegetação são essenciais para as atividades de pesquisa e difusão de tecnologias. Elas dão condições ideais para o desenvolvimento das plantas e permitem obter resultados que podem beneficiar os produtores mineiros”, explicou a coordenadora do Programa de Pesquisa, Simone Reis.

Manutenção fundamental

A  manutenção periódica das estruturas é fundamental para a realização dos trabalhos. “Ao longo dos anos, por meio de projetos financiados por agências como a Fapemig (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais) e o CNPq, foi possível estruturar a área de pesquisa, onde foram instaladas casas de vegetação e telados. Com o tempo, algumas trocas e reparos são necessários. O filme plástico da cobertura, por exemplo, acumula sujeira e diminui a passagem de radiação, prejudicando o desenvolvimento das plantas”, explica.

As reformas foram feitas com recursos de emenda parlamentar. Desde 2019, a Epamig tem trabalhado na elaboração de portfólio com propostas aos deputados. Entre as ações já executadas estão demandas dos programas de Agroecologia, Bovinocultura, Leite e Derivados e melhorias estruturais no prédio da empresa em Belo Horizonte.

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