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Hortas e pomares implantados em áreas atingidas por rejeitos

63 famílias já foram contempladas em Mariana, Barra Longa, Santa Cruz do Escalvado e Ponte Nova

Hortas circulares antes do pantio
Hortas circulares
Washington Bonifácio
31 de agosto de 2021
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A Fundação Renova, em parceria com a Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), já está colhendo os frutos do trabalho que iniciou no início do ano. Até agora, 63 famílias foram contempladas com o projeto de hortas e pomares agroecológicos. São 49 hortas e 60 pomares nos municípios de Mariana, Barra Longa, Santa Cruz do Escalvado e Ponte Nova, regiões atingidas pelos rejeitos da Barragem de Fundão.

Pomar depois de plantado

Os produtores recebem orientação técnica e todos os insumos para implantação do projeto. (Foto: Renova)

“Nosso interesse está na diversificação produtiva e na conformação de agroecossistemas sustentáveis, que permitirão maior agregação de valor, e, consequentemente, o incremento da renda dos agricultores. Tudo isso é importante para a estratégia de desenvolvimento rural nos municípios atingidos e na retomada das atividades agropecuárias”, diz representante da Fundação Renova, Gabriel Kruschewsky.

Hortas circulares antes do pantio

Plantio em formas circulares faz parte do projeto da Renova. (Foto: Renova)

As hortas e pomares agroecológicos são circulares, porque, segundo especialistas, isso possibilita o melhor aproveitamento da luz, da água na irrigação e dos espaços da terra para diversificação do plantio.

Ainda neste ano, a Fundação Renova prevê a execução de mais 133 estruturas de hortas e pomares convencionais. Somadas, essas estruturas vão contemplar cerca de 80 famílias de produtores rurais do Alto Rio Doce.

“Após a instalação, fica a cargo das famílias conduzirem a horta e/ou pomar. Em qualquer escolha, a Fundação Renova continua fornecendo o apoio da Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), por meio de informações técnicas para a potencialização da produção, além da disponibilização de kits com sementes e ferramentas para que os produtores rurais tenham condições de dar continuidade ao trabalho”, diz o coordenador da ação, Paolo Lages Sequenzia.

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