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Projeto instala 200 fossas sépticas na bacia do Rio Doce

A Cenibra é a idealizadora e mantenedora do projeto

Alan Santana Ferreira Toledo recebeu uma das 200 fossas sépticas distribuídas. (Foto: Divulgação)
Washington Bonifácio
20 de maio de 2022
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A qualidade da água é um fator importante para a manutenção da saúde das pessoas.  Ela está diretamente ligada à disseminação de doenças, por ser um insumo que transporta microrganismos patogênicos para além das divisas das propriedades.

A Cenibra, em Belo Oriente, no Vale do Aço, criou o Projeto Fossas Sépticas com o objetivo de dar apoio às comunidades rurais, evitando o despejo de dejetos nos rios. O programa teve início em 2019 e de lá pra cá já doou e instalou 200 fossas sépticas, beneficiando diretamente 200 famílias residentes em propriedades rurais da região.

1ª Fase

A primeira fase do projeto contemplou 100 propriedades rurais de Peçanha, em território caracterizado pelo Programa de Disponibilidade de Água do Rio Doce (PDA Doce), elaborado pela Agência de Águas da Bacia do Rio Doce, como de alta vulnerabilidade para o abastecimento humano. Por esta razão, foi escolhido para receber as fossas sépticas, notadamente, porque a escassez hídrica que afeta a região, há anos, concentra e agrava a poluição lançada pelas propriedades rurais.

2ª Fase

A segunda fase foi entre 2020 e 2021 e beneficiou outras 100 propriedades rurais participantes do Programa de Fomento Florestal, desenvolvido pela CENIBRA, e distribuídas em 28 municípios de atuação da empresa.  Além dos benefícios gerados na melhoria da saúde e do bem-estar dos produtores rurais, o projeto contribuiu para promover a adequação ambiental das propriedades aos requisitos de legislação ambiental e às normas de certificação florestal.

“O modelo de fossa séptica adotada no projeto é uma estação compacta de tratamento de esgoto doméstico, composta por reator e filtro anaeróbio unificados, com capacidade para tratar, adequadamente, até 500 litros de esgoto doméstico por dia. Esse equipamento tem capacidade de remoção de até 80% da carga poluidora dos esgotos domésticos, resultando em um efluente de baixo potencial poluidor, que é devolvido ao meio ambiente”, explica Edson Valgas de Paiva, especialista do Departamento de Meio Ambiente e Qualidade.

 

 

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